quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Postagens Agosto

O Blog esta com um pequeno problema técnico para novas postagens, estou resolvendo com o Blogger e em breve os artigos retornam. Abraços, Cyro Galaso

sábado, 27 de julho de 2013

Jon Smith

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10 dicas para fazer networking de forma eficaz


Seja você um empreendedor, funcionário de empresa ou mesmo estudante, investir em seu networking aumentará bastante o seu leque de possibilidades, maximizando o surgimento de oportunidades de negócios, trabalhos e parcerias. Os melhores lugares para isso são feiras, conferências, palestras, meetups e espaços de coworking.

Abaixo, seguem algumas dicas de como tirar o melhor proveito nesses locais:

1. Leve cartões de visita

Você terá a oportunidade de conhecer dezenas de pessoas. Após se apresentar e conversar com elas, a melhor maneira de ser lembrado será distribuindo seus cartões de visita, que devem possuir informações básicas como nome, e-mail, telefone, endereço do site de sua empresa ou blog pessoal, e de seus perfis em redes sociais, como LinkedIn, Facebook e Twitter. Para não poluir o cartão com muitas informações, uma excelente alternativa é criar uma conta no MeAdiciona e colocar apenas o endereço de seu perfil no cartão.

 

2. Defina seu objetivo e cumpra-o

A maioria das pessoas não se prepara antes de ir a esses lugares, mas sempre vai com a expectativa de conhecer muitas pessoas. Ao definir claramente qual o seu objetivo e as necessidades que possui, você aumentará bastante seu sucesso. Algumas perguntas o ajudarão a definí-lo, como por exemplo: você está em busca de parceiros? Que profissionais procura para seu novo projeto? Está em busca de investidores? Quantas pessoas novas gostaria de conhecer? Porque você está indo ao local?

 

3. Peça licença, cumprimente seu alvo e sorria

Ao abordar uma pessoa, é muito importante que você peça licença e diga bom dia, boa tarde ou boa noite (dependendo do horário) com um belo sorriso no rosto. Isso é uma excelente maneira de conquistar a simpatia das pessoas. Essa regra tem ainda mais impacto quando você aborda um grupo de pessoas. Se a conversa for interrompida, peça para continuarem e aguarde uma oportunidade para falar. Provavelmente, isso irá ocorrer se você conseguir participar do assunto que estiver sendo discutido. Se isso não ocorrer, peça para as pessoas se apresentarem e siga os passos da dica a seguir.

 

4. Diga às pessoas o que você precisa

Quando estiver conversando com alguém que acabou de conhecer, mas que não tem um dos perfis que procura, diga isso a ela. Pergunte se ela conhece alguém que esteja no local e peça para ser apresentado. Se a pessoa não estiver no local, anote seu nome e do contato (a pessoa que você acabou de conhecer) e solicite que faça a ponte por e-mail ou via redes sociais (O LinkedIn possui uma ótima ferramenta para recomendações). Essa é a forma mais eficaz de fazer networking.

 

5. Evite se juntar a rodas de amigos

Em eventos, especificamente, é muito comum encontrar amigos e ex-colegas de trabalho e é bastante tentador se juntar a eles. Cumprimente-os, converse um pouco e mantenha o foco em seu objetivo. Se algum deles tiver o perfil que procura, estenda a conversa. Caso contrário, siga a dica número 4.

 

6. Seja proativo e circule pelo ambiente

Se você seguir a dica acima, já terá dado um grande passo para ser proativo. Entretanto, se estiver num local que não conheça ninguém (em outra cidade ou país, por exemplo), provavelmente ficará algumas vezes sozinho somente observando às pessoas a sua volta. Isso é ótimo, principalmente para você mapear e escolher as pessoas que irá abordar. Escolha seus alvos e ataque-os (no bom sentido, claro). Só cuidado para não ficar muito tempo parado e isolado.

 

7. Participe de rodas de brainstorming e escute atentamente

As rodas de conversas tem uma coisa interessante: dependendo das pessoas envolvidas, do assunto e até mesmo da quantidade de bebida alcoólica ingerida (que pode ocorrer em meetups e até mesmo em alguns espaços de coworking), surgem ideias bem interessantes. Escute-as atentamente, participe e anote as ideias mais bacanas.

 

8. Tenha sempre a mão um bloco de anotações e caneta

Como você estará relaxado e conversando com as pessoas sobre assuntos variados, será muito comum surgirem ideias ou mesmo se lembrar de algo que deveria fazer ou que já deveria ter feito. Anote tudo: lembretes, novas ideias, contatos (algumas pessoas não levam cartões), frases de efeito, nomes de sites, empresas ou pessoas citadas etc. Vale usar o bloco de notas de seu tablet ou celular, mas muitos ainda preferem blocos tradicionais como o Moleskine®. Em grandes eventos, como feiras e conferências, os patrocinadores costumam distribuir blocos de anotações, mas a melhor opção é sempre levar o seu próprio material para não correr o risco de não ter onde anotar.

 

9. Faça follow up no dia seguinte

Follow up significa buscar uma resposta ou dar retorno a algo ou alguém. Se você seguir as dicas acima, provavelmente terá recebido alguns cartões de visita de pessoas que conheceu no local. Pegue todos eles e envie emails para cada uma das pessoas agradecendo pelo bate-papo. Se for um parceiro em potencial, verifique a disponibilidade para marcarem uma reunião. Aproveite para adicionar os dados em sua agenda de contatos. É uma boa alternativa para não ficar acumulando papel.

 

10. Faça conexões nas redes sociais

O LinkedIn é, de longe, a melhor rede social para estabelecer conexões e manter relacionamentos profissionais. Porém, há alguns aplicativos no Facebook que vem ganhando espaço para isso. Defina qual rede você prefere (dica: escolha uma que você usa diariamente) e adicione essas pessoas em sua lista de contatos. Esses canais serão a forma de você manter contato com elas e acompanhá-las.

Fazer networking é uma arte e somente a prática ira ajudá-lo a melhorar cada vez mais. Porém, mais importante do que aumentar o seu networking é criar uma rede de confiança. Construa a sua e logo você terá um grande ativo em suas mãos.


Sete dicas para se sair bem em negociações

Especialistas ensinam como os profissionais podem tirar vantagem das interações, em especial se conseguirem ser excelentes ouvintes


Quem tem hoje uma função de gestão nas empresas precisa negociar o tempo todo com outras pessoas - sejam fornecedores, parceiros, membros da equipe, outras áreas da empresas e superiores. Se isso representa um desafio, por outro lado, pode ser uma excelente oportunidade para se destacar na organização e no mercado.

No livro “Crisis Intervention: Using Active Listening Skills in Negotiations” (Intervenção em momentos de crise: Como usar as habilidades de ouvinte em situações de negociação – em tradução livre), escrito por Gary Noesner e Mike Webster, especialistas em negociação do FBI (agência de inteligência dos Estados Unidos) apontam que a habilidade de ouvir é um dos requisitos-chave nesse processo de negociação.

A seguir, leia as sete dicas imprescindíveis para um bom ouvinte e para garantir um lugar de destaque:

1. Demonstre interesse: O corpo fala. Assim, é importante demonstrar ao interlocutor que está envolvido na questão, inclusive com a postura corporal e respostas que denotem preocupação e empenho. Frases curtas, tais como “sim”, “ok” ou “entendo” são sinais claros de que o ouvinte não está prestando atenção no que é dito.

2. Parafraseie: Em outras palavras, dê a entender que está acompanhando a mensagem com breves confirmações e até repetições do que foi dito.

3. Defina as emoções do outro: Ou seja, tente atribuir ao que é dito certa emoção. Além de, novamente, demonstrar que está prestando atenção de corpo e alma, atitudes assim mostram que há empatia por sua parte e ajudam a definir quais as motivações que embasam atitudes e ações.

4. Reflita sobre o que é dito: Repetir as últimas palavras é um indicativo de interesse na questão. Alguém diz, por exemplo, “estou cansado de ser pressionado o tempo todo”, ao que você responde: “a pressão está grande, é? Sei.” Essa resposta é especialmente eficaz em estágios iniciais de negociação, quando o negociador procura estabelecer uma presença livre de confronto, coletar informações, e precisa ter uma perspectiva da situação.

5. Incentive o outro a falar: Como? Com perguntas que não sejam do tipo “por quê”. Usar questões desse tipo confere à negociação um ar de interrogatório. Se você falar mais que o outro, diminui a oportunidade de conhecer seu oponente. Use recursos como “fale-me mais sobre isso” ou “não compreendo, você poderia ser mais específico?” e “Pode me contar mais sobre o que aconteceu com você hoje?”

6. Seja “Você”: Negociadores devem evitar a todo custo parecer provocativos ao expressar como se sentem a respeito do que é dito. A dica é a de usar a palavrinha “eu” nas frases e respostas, deixando de lado a imagem institucional que paira sobre sua cabeça e atribuir um tom pessoal à conversa.

7. Silêncio ajuda:
Qualquer bom entrevistador sabe do poder que uma boa e duradoura pausa tem em uma situação de negociação. As pessoas têm tendência a preencher os espaços, e, para tal, falam. Fique atento a isso e crie situações propositalmente, em que o outro é tentado a falar e acaba por fornecer informações valiosas.

6 atitudes que matam a criatividade

Ficar preso à rotina, sem buscar novas referências, é o que mais aniquila o seu potencial





Em um mercado em que a competitividade é palavra de ordem, a criatividade desponta como diferencial de peso para quem quer subir alguns degraus na carreira.

E, se muitos mitos ainda rondam o tema é certo também que há atitudes que neutralizam ou até mesmo aniquilam qualquer capacidade criativa no ambiente de trabalho. Veja quais são elas, na opinião de dois especialistas consultados:

1- Ficar preso à rotina

“É muito difícil ter uma vida totalmente igual e gerar ideias ao mesmo tempo”, diz Conrado Schlochauer, sócio-diretor do LAB SSJ, consultoria de educação corporativa. Buscar novas referências, conhecer pessoas novas, visitar lugares diferentes estimulam a criatividade, daí o problema de ficar preso ao hábito.

“A rotina é importante para adquirir a excelência, um jogador de basquete precisa treinar várias vezes até aprender uma jogada, mas, se ele faz sempre os mesmos lances, vai ficar previsível”, explica Silvio Celestino, da Alliance Coaching.Uma pessoa que faz da sua rotina o seu modo de vida torna-se anacrônica, na opinião de Celestino. “É alguém que vive no passado”, diz.

A busca de referências é a regra de ouro para os criativos. “Falar para abrir a cabeça pode parecer clichês, mas funciona”, diz Schlochauer.

2- Ter medo de errar
Se a educação escolar sempre reforçou a ideia de que existe apenas uma resposta certa, basta deixar os bancos da sala de aula para perceber que não existe verdade absoluta. “A vida não é assim. Não existe um único caminho correto”, lembra Schlochauer.

O medo de errar, diz ele, é péssimo na medida em que faz você convergir para uma solução rápida demais. “Sem dedicar tempo para buscar alternativas”, explica o sócio-diretor do LAB SSJ.

Geralmente esse pavor do erro acomete os mais perfeccionistas, diz Celestino. “São aqueles profissionais que já querem fazer certo logo da primeira vez, e, por isso, só fazem aquilo do qual têm certeza”, diz.

O risco é fazer pouco, não sair do protocolo. “É um medo paralisante e uma limitação enorme para a criatividade”, explica Celestino.

3- Sofrer da “síndrome do apego à primeira ideia”
Você se propõe a pensar em novas ideias e trazer um pouco de inovação para o expediente. Mas, assim que aparece a primeira, você para e já começa a traçar um plano de implementação. Para Schlochauer, isto é um erro. “Para ter boas ideias é preciso listar muitas ideias”, diz.

Ele se apoia também em uma das premissas do método do brainstorming, inventado pelo publicitário Alex Osborn, no fim da década de 1940. “Uma das regras oficiais é que a quantidade de ideias é mais importante do que a qualidade”, diz o especialista.

Celestino vai além. Para ele, além do apego à primeira ideia, ficar restrito ao primeiro conhecimento adquirido sobre determinado assunto também prejudica a capacidade criativa. “É preciso saber que há linhas pensamento e o ideal é conhecer o máximo possível destas linhas para só então decidir qual é mais adequada para aquele momento”, diz. De acordo com ele, é frequente a estagnação na primeira ideia ou no primeiro conhecimento. “As pessoas acreditam que aquilo é a única verdade”, diz.

4- Manter o foco na realização
A demanda surge você executa, novas tarefas aparecem e você realiza. “É o ‘fazedor’, aquele que pega a tarefa do jeito que ela vem e já começa a estruturar, sem pensar em alternativa”, descreve Schlochauer.

Isso acontece porque muitas vezes as pessoas não acham que criatividade tenha a ver com elas, ou por não serem criativas ou porque não estão alocadas na área de criação de uma empresa. “Isso é um erro.

Criatividade tem relação direta com a capacidade de resolver problemas, ou seja, buscar alternativas para solucionar questões”, explica.

“O risco de manter o pensamento focado na execução é que você só responde à pergunta ‘o que fazer’. E não sabe qual o propósito daquilo”, diz Celestino.

5- Ficar à espera da ideia genial
Ao decidir apostar na sua capacidade criativa, o pior que você pode fazer é censurar ideias só porque você não as considera geniais. “É mais importante ter boas e constantes ideias do que ficar esperando pela ideia de gênio”, diz Schlochauer.

A viabilidade prática de uma ideia é, muitas vezes, o quesito mais importante do processo criativo. “É importante pensar em qual a melhor ideia possível em um prazo determinado”, diz Celestino.

Para ele, ser criativo dentro de uma empresa é ser criativo dentro das limitações existentes. “Se a ideia genial não será implementada dentro do prazo, parta para a segunda melhor ideia e, se não der, aposte na terceira melhor ideia”, recomenda Celestino.

6- Nunca ter tempo
A correria do dia a dia pode ser uma das maiores inimigas da sua capacidade criativa. “A busca pela eficiência é fundamental, mas é também necessário deixar espaço para as boas ideias”, diz Schlochauer. O tempo de reflexão é precioso para quem quer ter boas ideias. “Essa coisa frenética não deixa espaço para criação”, explica.

“É preciso ser uma pessoa de ação, mas entre uma ação e outra precisa haver reflexão”, concorda Celestino. O problema do tempo enxuto para desenvolver projetos no trabalho é justamente esse: agir sem pensar. “Quando você não reflete, não acha soluções novas, isso acaba destruindo o potencial criativo”, diz Celestino.

Cuca!